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terça-feira, 26 de julho de 2011

Minhas experiências na Trupe Ortaética de Teatro Comunitário


Para conhecer a Trupe Ortaética acesse o blog http://trupeortaetica.wordpress.com/

Participo da Trupe Ortaética desde março de 2009. Ela foi fundada em 2008 por Tiago Ortaet. Fiz o primeiro semestre no Meu Guri ainda na Avenida Guapira, junto com minha irmã, depois com minha prima, ambas continuam na trupe até hoje.
Participei do II Formarau apresentando a peça “Perfeição”, baseada em letra homônima de Renato Russo. Formarau é um evento semestral resultante da mistura de formatura com Sarau. É dia de apresentar uma peça, mostrar o que aprendemos, compartilhar com nossos amigos e família e receber um certificado dessas horas dedicadas à arte. Participei de apresentações da Perfeição na casa de cultura Chico Science e na escola Gleba em Guarulhos. E das perfomances e ensaios no Parque do Ibirapuera e Horto Florestal.
A Trupe começou a crescer mudando de espaço, saindo da sala na Guapira para o teatro totalmente reformado no Palácio do Trabalhador. Essa reforma se deu depois do segundo Formarau.
Fiz o segundo semestre de 2009 na turma da professora Sol. Participei da peça “Meu trabalho minha vida” no III Formarau.
No primeiro semestre de 2010, IV Formarau com a professora Thaís, montamos três finais de “Mãe Coragem” de Bertolt Brecht, e três finais de “Romeu e Julieta” de William Shakespeare.
Nesse ano dividi o tempo entre as aulas com a Thaís e os ensaios da Perfeição, como a apresentação da Perfeição e o Formarau eram no final de novembro, nessa época eu fazia malabarismo para conciliar os dois ensaios que exigiam cada vez mais, com meu trabalho e estudo.
No período das férias após primeiro semestre de 2010, os próprios alunos da turma de terça, com colaboração da turma de sábado, organizaram workshops para aprofundar temas de teatro, pensando em enriquecer o próximo semestre.
No segundo semestre de 2010, V Formarau foi gratificante aumentar a experiência com a peça A Quarup, a qual todos tiveram que dedicar mais tempo não só com a peça no palco, mas no processo como um todo: da pesquisa do tema, montagem de cenas a partir do tema, escolha das cenas e a ordem das mesmas para compor a peça, escolha de nome, confecção de figurinos, cenários, a experiência de ficar em cartaz, apresentando a peça mais de uma vez, e até mesmo passar algumas horas numa aldeia indígena para vivenciar parte do que interpretaríamos em cena.
Usei minha experiência como estudante de jornalismo para sugerir ações nas cenas dos jornalistas. Contamos com a colaboração do Danilo, amigo da Taís, para dinamizar o roteiro.
A experiência de ter música ao vivo na peça foi muito legal. Além das noções de canto e percussão, dadas pelo Paulo Gianini, aprendemos canções da música popular brasileira tais como: “Carcará”, “Vai Passar”, “Um índio” e “da turma de terça que se tornaram nossa banda. Assim chegamos num ponto de ajudarmos uns aos outros para aumentar nossa experiência de palco, e a qualidade do nosso trabalho. Procurei fazer o que podia para ajudar, estive na trupe para organizar e encaixotar materiais depois da apresentação das peças. Tenho bom relacionamento interpessoal com os outros integrantes, passamos a ser amigos e nos encontramos fora da trupe. Saímos da aula e vamos almoçar juntos, visitar centros culturais, assistir peças, shows, etc.
No primeiro semestre de 2011, VI Formarau apresentamos um improviso com os personagens que estamos criando em cima de um tema super amplo: o tempo.
O teatro enriqueceu minha vida, me ajudou a lidar melhor com as dificuldades do meu dia a dia pessoal e profissional. No palco podemos ser quem quisermos, ir além do que somos, trazer emoção e reflexão para nós mesmos e para as outras pessoas.
Além dos Formarais também tivemos festas à fantasia, festa Junina, Cinefesta. Em todo esse tempo conheci muitas pessoas bacanas, de todas as idades, gente que saiu, gente que ainda continua, falar de todos renderia muitas postagens à parte...
A Trupe me aproximou da minha família, minha irmã é quatro anos mais nova do que eu, nunca tivemos a mesma turma de amigos em comum antes do teatro. A primeira vez que meu pai pisou no teatro foi para nos assistir. Muitas pessoas da família que não tinham contato com arte passaram a ter a partir de nós. É uma responsabilidade gostosa!

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