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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Gravação do programa “No divã do Gikovate” da rádio CBN


Flávio Gikovate médico e psicoterapeuta, com mais de 40 anos de clínica, 29 livros publicados, mais de 28 mil seguidores no Twitter (@Flávio_Gikovate). Gikovate apresenta um talk show descontraído e bem humorado sobre diversos temas: amor, família, relacionamento, entre outros. A plateia pode participar do bate papo fazendo perguntas no microfone ou por escrito, também são respondidas questões enviadas por e-mail
Todas as terças feiras das 18h00 às 19h00 é realizada a gravação do programa no teatro Eva Herz, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, situada à Avenida Paulista, 2073, em São Paulo- SP.
A capacidade do local é para aproximadamente 200 pessoas. Costuma lotar até o limite máximo permitido.
O programa vai ao ar nos domingos das 21 às 22 horas, em rede nacional pela CBN (SP: 90,5 FM e 780 AM. Os programas ficam arquivados no site da rádio.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Minhas experiências na Trupe Ortaética de Teatro Comunitário


Para conhecer a Trupe Ortaética acesse o blog http://trupeortaetica.wordpress.com/

Participo da Trupe Ortaética desde março de 2009. Ela foi fundada em 2008 por Tiago Ortaet. Fiz o primeiro semestre no Meu Guri ainda na Avenida Guapira, junto com minha irmã, depois com minha prima, ambas continuam na trupe até hoje.
Participei do II Formarau apresentando a peça “Perfeição”, baseada em letra homônima de Renato Russo. Formarau é um evento semestral resultante da mistura de formatura com Sarau. É dia de apresentar uma peça, mostrar o que aprendemos, compartilhar com nossos amigos e família e receber um certificado dessas horas dedicadas à arte. Participei de apresentações da Perfeição na casa de cultura Chico Science e na escola Gleba em Guarulhos. E das perfomances e ensaios no Parque do Ibirapuera e Horto Florestal.
A Trupe começou a crescer mudando de espaço, saindo da sala na Guapira para o teatro totalmente reformado no Palácio do Trabalhador. Essa reforma se deu depois do segundo Formarau.
Fiz o segundo semestre de 2009 na turma da professora Sol. Participei da peça “Meu trabalho minha vida” no III Formarau.
No primeiro semestre de 2010, IV Formarau com a professora Thaís, montamos três finais de “Mãe Coragem” de Bertolt Brecht, e três finais de “Romeu e Julieta” de William Shakespeare.
Nesse ano dividi o tempo entre as aulas com a Thaís e os ensaios da Perfeição, como a apresentação da Perfeição e o Formarau eram no final de novembro, nessa época eu fazia malabarismo para conciliar os dois ensaios que exigiam cada vez mais, com meu trabalho e estudo.
No período das férias após primeiro semestre de 2010, os próprios alunos da turma de terça, com colaboração da turma de sábado, organizaram workshops para aprofundar temas de teatro, pensando em enriquecer o próximo semestre.
No segundo semestre de 2010, V Formarau foi gratificante aumentar a experiência com a peça A Quarup, a qual todos tiveram que dedicar mais tempo não só com a peça no palco, mas no processo como um todo: da pesquisa do tema, montagem de cenas a partir do tema, escolha das cenas e a ordem das mesmas para compor a peça, escolha de nome, confecção de figurinos, cenários, a experiência de ficar em cartaz, apresentando a peça mais de uma vez, e até mesmo passar algumas horas numa aldeia indígena para vivenciar parte do que interpretaríamos em cena.
Usei minha experiência como estudante de jornalismo para sugerir ações nas cenas dos jornalistas. Contamos com a colaboração do Danilo, amigo da Taís, para dinamizar o roteiro.
A experiência de ter música ao vivo na peça foi muito legal. Além das noções de canto e percussão, dadas pelo Paulo Gianini, aprendemos canções da música popular brasileira tais como: “Carcará”, “Vai Passar”, “Um índio” e “da turma de terça que se tornaram nossa banda. Assim chegamos num ponto de ajudarmos uns aos outros para aumentar nossa experiência de palco, e a qualidade do nosso trabalho. Procurei fazer o que podia para ajudar, estive na trupe para organizar e encaixotar materiais depois da apresentação das peças. Tenho bom relacionamento interpessoal com os outros integrantes, passamos a ser amigos e nos encontramos fora da trupe. Saímos da aula e vamos almoçar juntos, visitar centros culturais, assistir peças, shows, etc.
No primeiro semestre de 2011, VI Formarau apresentamos um improviso com os personagens que estamos criando em cima de um tema super amplo: o tempo.
O teatro enriqueceu minha vida, me ajudou a lidar melhor com as dificuldades do meu dia a dia pessoal e profissional. No palco podemos ser quem quisermos, ir além do que somos, trazer emoção e reflexão para nós mesmos e para as outras pessoas.
Além dos Formarais também tivemos festas à fantasia, festa Junina, Cinefesta. Em todo esse tempo conheci muitas pessoas bacanas, de todas as idades, gente que saiu, gente que ainda continua, falar de todos renderia muitas postagens à parte...
A Trupe me aproximou da minha família, minha irmã é quatro anos mais nova do que eu, nunca tivemos a mesma turma de amigos em comum antes do teatro. A primeira vez que meu pai pisou no teatro foi para nos assistir. Muitas pessoas da família que não tinham contato com arte passaram a ter a partir de nós. É uma responsabilidade gostosa!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Peça musical Noturno Cadeirante

Noturno é um musical de Oswaldo Montenegro que estreou em 1991, apresentado pela Oficina dos Menestréis é uma homenagem à noite paulistana. Esse ano exibirá a 20º (vigésima) montagem. Em 2003 foi adaptada e apresentada por atores cadeirantes, com direção de Deto Montenegro, irmão de Oswaldo.
Em 2011 se apresentaram nos dias 16 e 17, 23 e 24, 30 e 31 de julho no Teatro Dias Gomes, numa galeria na Rua Domingos de Moraes, 348, próximo à estação Ana Rosa do metrô. As sessões tiveram intérprete de LIBRAS (Lingua Brasileira de Sinais), essa ação beneficiou o público surdo-mudo.
No elenco: André George, Tabata Contri, Sidney Maeda e outros mostrando que não há limites para a arte! Vale a pena conferir e se emocionar!

Para conhecer melhor o Noturno cadeirante, ver imagens e vídeos acesse: http://menestreis.campogeral.com.br/
E para conhecer a Oficina dos Menestréis o site é http://www.oficinadosmenestreis.com.br/

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Férias de julho: Um documentário, duas peças de teatro e um mergulho na Música!

A peça teatral “Nara” é um musical sobre a trajetória da cantora Nara Leão, considerada musa da Bossa Nova, interpretou canções como: A banda, Com açúcar e com afeto, O barquinho. Nara também cantou sambas, músicas de protesto em 1964 com o show “Opinião” na época da ditadura militar no Brasil, e aderiu ao Tropicalismo em 1968.
Fernanda Couto interpreta Nara e atua com Rodrigo Sanches, William Guedes e Guilherme Terra, todos atuam tocam e cantam. Em cartaz sextas, sábados e domingos no Teatro do Hotel Jaraguá até 24/07.





A peça “Emoções que o tempo não apaga – uma crônica musical” tem Rodrigo Miallaret, Cláudia Gomes e Sara Sarres cantando ao vivo canções nacionais e internacionais, numa viagem ao tempo intercalada com a multimídia que apresenta trechos de filmes e de shows realizados no próprio hotel. Em cartaz no Teatro do Hotel Maksoud Plaza às sextas feiras 21h00.



Documentário “Filhos de João – O Admirável Mundo Novo Baiano”, roteiro e direção de Henrique Dantas. O filme mostra o surgimento do grupo “Novos Baianos” no cenário musical brasileiro, com a grande influência de João Gilberto, sempre citado nos depoimentos de Tom Zé e de outros integrantes do grupo. Novos Baianos surgiram na década de 60, recebendo influências da época como o movimento hippie, a Tropicália e a ditadura militar brasileira. A pré estréia do filme em São Paulo aconteceu no dia 20/07 na Reserva Cultural, com as presenças de Henrique Dantas, Gato Félix e Pepeu Gomes.



Para os amantes da boa música, seja ela nacional ou internacional, São Paulo oferece ótimas opções de entretenimento. Além disso, uma oportunidade para conhecer ou ouvir mais uma vez músicas que marcaram a história.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Quais lições podemos tirar do filme Cisne Negro


Numa festa a fantasia com o tema cinema não pensei duas vezes, minha fantasia escolhida foi o Cisne Negro.

A ÚNICA COISA NO SEU CAMINHO É VOCÊ MESMA. ESTÁ NA HORA DE SE LIBERTAR. SOLTE-SE!


Cisne Negro foi um filme que mexeu muito comigo, por ser psicológico, atiçou minha curiosidade me fazendo ler inúmeros textos analisando o filme por esse prisma, decidi escrever minha experiência e as reflexões que ele me trouxe.
O filme mostra a trajetória da bailarina Nina Seyers, do ponto de vista da própria personagem perfeccionista, competindo pelo papel principal de “O lago dos Cisnes”, que será montada pelo balé de Nova York.
A dança contará a história de uma mulher transformada em cisne branco, e só o amor verdadeiro poderia quebrar o feitiço, mas o príncipe enganado se apaixona pela irmã gêmea, o cisne negro, então o cisne branco se suicida.
Nina é uma jovem aparentemente sozinha, disciplinada e muito ligada à sua mãe, uma ex-bailarina frustrada que controla cada passo da filha. Ás vezes parece querer atrapalhar suas conquistas, afinal quando Nina consegue o papel principal sua mãe decide comemorar com um grande bolo, quando Nina não aceita o pedaço que ela oferece, a mãe de Nina ameaça jogar o bolo inteiro no lixo, Nina se rende à sua chantagem e lambe o chantilly dos dedos dela. (Essa cena me incomoda porque odeio desperdício kkk)
O papel desejado exige que ela seja capaz de fazer os opostos: o Cisne Branco, representando a pureza e a inocência, e o Cisne Negro, o mal e a sexualidade.
No início aparece uma Nina reprimida, seu quarto é infantil, aos poucos ela vai se transformando, se descobrindo como mulher, a partir das orientações do diretor Thomas Leroy e o envolvimento com a bailarina Lily.
Thomas acredita que Nina é o cisne branco perfeito, mas não confiava na capacidade dela de representar o cisne negro, porém quando Nina foi ao seu encontro pedir o papel ele viu que havia um traço do cisne negro nela, que ela poderia desenvolver, e ele passa a instigá-la nessa busca.
Lily, uma nova amiga, e também rival na disputa pelo papel, possui várias características que Nina não consegue enxergar em si mesma: auto confiança, liberdade, sexualidade. Lily é sua sombra, seu espelho, e isso pode ser percebido na cenas que Nina presta atenção em Lily dentro do metrô, antes mesmo de conhecê-la.
No início da dança como Cisne Branco, Nina ainda perseguida por sua imaginação, se desconcentra e cai, mas diz que o bailarino a derrubou, por ter visto ele com Lily.
Quando Nina quebra o espelho, e elimina sua rival ela passa por uma metamorfose que a transforma em Cisne Negro, assim ela consegue dançar com técnica, e ao mesmo tempo paixão, deixando o público extasiado.
(Essa transformação e a dança são cenas lindas, dá para perceber no corpo e no olhar de Natalie Portman, que a personagem Nina parece realmente ter virado outra pessoa, ao ficar completa com sua sombra, ela perde o olhar vacilante, e ganha uma postura de confiança)
O tempo todo Nina se sente perseguida por Lily, mas até que ponto a perseguição está mais na cabeça de Nina do que na realidade? Nós também passamos por coisas parecidas, às vezes nos sentimos perseguidos, mas até que ponto isso acontece realmente, ou é apenas aumentado por nossa própria insegurança?
Quando Nina se esquece de Lily e presta atenção em si mesma a dança flui, é a mesma coisa que nós temos que fazer muitas vezes: esquecer dos outros e prestar atenção em nós mesmos.
Nina é contida, mas seus acúmulos se voltam contra seu próprio corpo, ao arranhar a própria suas costas e arrancar pele dos dedos ela extravasa seus sentimentos... Qualquer pessoa pode se sentir assim e buscar uma forma de expressar a emoção retida em nosso corpo. Eu, de forma parecida, fiquei um mês com dores de estômago, por fatos que eu não consegui digerir.
A partir da consciência dessa situação temos duas opções: ignorar e viver tomando remédios, ou cuidar do problema pela raiz, encarar e digerir o que nos incomoda. Devemos encarar nossa sombra, aceitar nossas imperfeições e nos tornarmos completos, inteiros. Perfeição não é ausência de erros, mas se aceitar, tanto as partes boas, quanto as ruins. Não podemos mudar os fatos, mas sempre poderemos mudar nossas reações diante deles. E claro, a melhor parte: a nossa integração e libertação podem e devem ser encontradas em vida!
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