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terça-feira, 1 de março de 2016

Uma pequena parada antes do retorno ao movimento

Para lidar com uma fissura no osso de um dos dedos do pé, ele teve que ser enfaixado, cercado pelos dois dedos mais próximos, para que apoiado por eles, permaneçam os três imobilizados, e a ausência de alguns movimentos ajude tudo a voltar para o seu lugar. O inchaço não permite que o dedo se movimente, então ele tem que se adequar e parar um tempo. E seus vizinhos, mesmo em pleno funcionamento, abrirão "mão" de sua flexibilidade por alguns dias, para ajudá-lo a se recuperar. A faixa restringe a movimentação, e só assim você se dá conta da falta que pequenos movimentos podem fazer, você sente incômodo, mas entende o processo e sabe que é para o seu bem maior. 
Assim vai lidar com isso o tempo necessário para a completa recuperação.
Da mesma forma, algumas vezes também nos sentimos imobilizados em algumas situações da vida. As vezes a mente fica mais focada na falta, do que no efeito esperado. Quando não conseguimos nos mover como desejamos, precisamos aceitar o momento atual, aprender algumas coisas com essa diminuição dos movimentos, passo a passo. Algumas partes nossas também vão parar solidariamente para ajudar uma parte que precisa se recuperar. A gente tem que entender essa "parada" como um momento necessário para manutenção, revisão, reabastecimento, coisas necessárias numa grande viagem numa estrada física, mas também nessa estrada chamada vida. Enquanto não houver aceitação, o processo não evolui. Só a aceitação leva a superação. É nessa parada que podemos rever e replanejar a estrada a ser percorrida. "Compreender a marcha e ir tocando em frente"
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