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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Carta de Napoleão Bonaparte para Joséphine


Me apaixonei por essa carta na exposição "Napoleão" na FAAP em 2003

Uma das cartas de Napoleão Bonaparte para Joséphine

Joséphine,


Não fiquei um único dia sem te amar; não tomei uma única taça de chá sem maldizer a glória e a ambição que me mantêm afastado da alma da minha vida.
Decidindo questões, comandando tropas, percorrendo os campos, só minha adorável Joséphine existe em meu coração. Se me afasto de ti com a pressa da torrente, é para poder te rever mais em breve. Se, no meio da noite, me alço e vou trabalhar, é porque isso abrevia em algumas horas a chegada da minha amiga querida. O dia em que disseres ‘amo-te menos’ será o último dia da minha vida. Joséphine! Meus soldados têm por mim uma confiança que não precisa de palavras; apenas tu és capaz de me ferir; apenas tu, prazer e tormento da minha vida. Nunca acreditei na felicidade. A cada dia, a morte passeia a meu redor... A vida, vale a pena fazer tanto barulho por ela? Mil punhais rasgam meu coração; não os empurre ainda mais fundo. Meu Deus! Diga-me, tu que tão bem sabes fazer amar os outros sem os amar, sabes tu como se faz para se curar do amor? Pagarei bem caro por esse remédio. Enumerando tuas faltas, a cada dia, bato no peito para deixar de te amar. Mas é inútil. Amo-te ainda mais. Por fim, minha adorada, vou te revelar meu segredo: ria de mim, tenha amantes, que todo mundo fique sabendo disso, nunca me escrevas, que me importa! Amarei-te dez vezes mais.

Napoleão

segunda-feira, 7 de março de 2011

Texto de homenagem aos professores na colação de grau


Eu lendo o esse texto abaixo durante a minha primeira colação de grau

Prezados colegas, pais, amigos e professores, nessa noite encerramos um ciclo de nossas vidas, para que outros ciclos recomecem!
Se estamos aqui nessa noite celebrando essa conquista, devemos grande parte dela aos nossos pais, amigos, familiares e principalmente aos professores, alguns deles aqui presentes.
O que posso falar a respeito dos nossos professores?
Poderia elogiar todas as graduações e pós-graduações que eles conquistaram.
Poderia falar do método particular de ensino de cada um.
Poderia falar das frases que nos farão lembrar deles para sempre: but...forever but...long long time but, força e coragem!
Poderia falar das inúmeras culturas e personalidades que nos apresentaram durante as aulas, as viagens que fizemos sem sair do lugar, os filmes, os livros, as músicas e até os exercícios do blackboard.
Poderia falar do quanto nos orientaram em nosso Trabalho de Conclusão de Curso.
Poderia falar do quanto nos ajudaram a resolver diferenças em sala de aula.
Mas jamais poderia esquecer de como eles foram um pouquinho de tudo para todos nós nesses últimos anos:
- nossa família, quando passaram boa parte do dia ao nosso lado e ainda nos aconselhavam.
- nossos amigos, quando compartilhavam nossas conquistas e torciam por nós.
Eram nossos médicos, quando nos ajudaram a nos recuperar nos trabalhos, provas e exames.
- nossos sacerdotes, quando nos auxiliaram a restaurar a fé em nós mesmos, em nossa capacidade de aprender.
- nossos arquitetos, ao nos transmitirem seus conhecimentos - construíram parte do nosso saber.
- nossos empregadores, quando nos ensinaram como devemos ser no atual e competitivo mercado de trabalho
E certamente, foram nossos professores que além de ensinar as matérias, nos ensinaram a pensar, questionar, a viver sempre em busca do conhecimento, porque ele nunca é estanque ou esgotável. Essa atitude nos remete a frase de um pensador da China chamado Kwantzu que disse o seguinte: “Quem planeja em curto prazo, deve cultivar cereais; em médio prazo, plantar árvores; em longo prazo, ensinar pessoas”.
Resumindo: nossos mestres foram exemplos para todos nós. Investiram em nós, e tal como ainda em outro provérbio chinês, do sábio Confúcio que diz: “Diga-me e eu esquecerei. Mostre-me e eu talvez me lembre. Envolva-me e então eu compreenderei”. Foi esse envolvimento de cada professor, que à sua maneira, de forma especial contribuiu com a nossa caminhada, por isso, todos eles estarão guardados em nossos corações e em nossas memórias.
É com grande satisfação que agradecemos o empenho de todos para que caminhássemos, e com a benção de Deus seguiremos na estrada da vida como amigos fortalecidos pela troca de conhecimento e amizade.

Lembranças da minha primeira colação de grau


Depois de todo o sacrifício de 3 anos para me formar em um curso superior com bolsa, que exigia trabalho voluntário durante todos os finais de semana, o estágio e as aulas, chegou o grande dia da colação de grau. É algo simbólico sim, mas é importante sentir que você atravessou mais uma fase, mesmo que nessa noite você receba um canudo vazio, e o verdadeiro diploma sairá depois de noventa dias.

Não tem preço sentir aquela chuva de papel laminado, jogar o capelo para cima, usar a beca (mesmo que você tenha que deixar um cheque caução no valor de R$200,00, que você pega de volta no final da cerimônia quando devolve a roupa inteira sem danos)

Sempre estudei em escola pública, fiz faculdade privada com bolsa. Não fiz formatura de colegial, só fiz a do prezinho banguela, com um vestido simples e uma trança embutida, mas essa história fica para outro dia...

Moro na zona norte, nunca tivemos carro, fomos de táxi para o local da colação, que ficava na zona sul meus pais, uma das minhas melhores amigas e eu, por alguma razão minha irmã não quis ir.

Chegando ao local, era permitida a entrada de câmeras fotográficas. Oba! Não terei que pagar caro por fotos das empresas de formatura. (E até hoje 5 anos depois nunca vi essas fotos oficiais!).

As colegas de sala posando para fotos e a minha família desaparece, deixei de sair em várias fotos legais porque estava procurando minha família.

Tingi o cabelo, e ele ficou mais claro do que eu esperava. Comprei um anel que só usei nesse dia, minha mãe não gosta de tirar fotos, saiu de cara feia em todas, o que custava fazer mais um esforço por mim por algumas horas?

Paguei um mico ao perguntar para uma menina sentada ao meu lado se ela estava grávida. E ela respondeu: “Não, sou gordinha mesmo”. Eu morri de vergonha e outra menina sentada perto olhava para mim e ria, lembro que sentamos em ordem alfabética para facilitar a saída na hora de pegar o canudo.

A Shirlei fez o juramento do profissional de secretariado. A Rosa leu uma homenagem aos alunos. Eu com voz embargada, li uma homenagem aos professores que postarei a parte.

Mas a volta para casa que reservou surpresas. Voltamos de ônibus, pegamos três ao todo, e no percurso, pessoas simples ao me verem no ônibus com o canudo e o capelo vinham puxar assunto comigo, me parabenizavam pela minha conquista, me diziam que queriam voltar a estudar. Essas pessoas ao me verem, sentiram que os sonhos delas também eram possíveis!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Uma entre tantas burocracias na rotina de um assistente administrativo

Era uma vez uma assistente administrativa. Uma área lhe solicita a entrega de um documento em outro prédio, com retorno da pasta e da cópia protocolada. Eis que aparece a pessoa para quem a carta era destinada. Ela, com intenção de ajudar, pede que o próprio leve a carta, que era destinada à ele. A estagiária dele poderia devolver a pasta e a cópia protocolada no dia seguinte, pois sempre vão e voltam documentos desse local.
No dia seguinte, a assistente da área solicitante quer que o chamado seja reaberto, pois traz a pasta de volta e quer a mesma seja entregue no mesmo dia, pois no dia anterior a chefe da área solicitante encontrou o destinatário da carta e pediu para ele devolver a pasta, para que a mesma fosse entregue para a estagiária dele no prédio.
A assistente ainda com intenção de ajudar telefona na área de Tecnologia da Informação, sabendo a resposta, mesmo assim ela liga e repete a resposta que ouviu, não para ela, mas para a assistente da área solicitante saber que o chamado não tem como ser reaberto depois de fechado, e que a única alternativa era abrir um novo chamado.
A assistente fica nervosa e diz que o que ela havia feito foi com intenção de ajudar, que ela nunca quis criar nenhum problema.
Por sorte ela consegue que alguém vá levar a pasta, do jeito que a área pediu.
A assistente se pergunta, se a assistente da outra área estava com tanta pressa por que ela não devolveu a carta no dia anterior para que ela agendasse com antecedência a entrega para hoje?
Por que o destinatário não poderia levar uma carta endereçada à ele mesmo? Os braços dele cairiam com esse gesto?
As pessoas não querem que as coisas sejam feitas da melhor forma, algumas só querem que as coisas sejam feitas sempre exatamente como elas pediram.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Lembranças da faculdade


A foto acima é do nosso evento que durou três dias

Faculdade é um lugar incrível. Salas de aulas têm um poder de juntar tantas pessoas diferentes, unidas por um objetivo comum: um diploma que abrirá ou consolidará o caminho de uma profissão!
Lembro dos meus primeiros dias na Faculdade Sumaré, no curso de Secretariado Executivo, um curso com maioria feminina. Dos três homens da sala, apenas um se formou, e nem foi na mesma turma.
No auditório recebemos as boas vindas com o vídeo: “Use Filtro Solar”
As primeiras aulas, os primeiros contatos com os professores, os primeiros eventos.
Lembro do quadro branco, do cheiro do pão de queijo quentinho, das aulas de matemática nas manhãs de sábado no primeiro semestre. A gente conversava sobre quantas horas dormiríamos a mais se passássemos lá a noite de sexta para o sábado.
Ao longo do curso tivemos aulas de inglês, espanhol, psicologia, direito, administração e outras disciplinas... Professores que amavam o que faziam e nos estimulavam a aprender mais e mais. Assim o que era novidade começa a se tornar uma rotina: trabalhos, provas, férias, rematrículas...
Organizamos um evento de dia da secretária que durou dois dias. Toda a sala trabalhando em conjunto em várias comissões, do coffee break à arrecadação de brindes. Lembro de ter feito parte da equipe de comunicação, convidando outras salas em outras unidades da faculdade para participarem do nosso evento, que sem modéstia nenhuma foi perfeito!
Você faz amigos, colegas, conhecidos, seja por afinidade, por morarem perto, por pegarem ônibus e metrô juntas ou qualquer outro critério. Tem dias que rolam discussões, afinal são mais de trinta mulheres juntas, impossível concordarmos com tudo o tempo todo.
E, de repente, o fim se aproxima, chega a hora do temido TCC, trabalho de conclusão de curso. E depois que ele passa vem a colação de grau. Você finalmente recebe aquele diploma suado que falei no início do texto. Então você vai para a casa, não tem mais a obrigação de estar naquele lugar, naquele horário. E rever aquelas pessoas já não é mais tão fácil, mas acontece.
E é tão bom reencontrar amigas de faculdade! Aquelas pessoas que convivemos durante três anos ou mais, que dividimos pedaços de lanche, sorrisos, lágrimas. O encontro pode ser presencial e cheio de abraços, pode ser virtual cheio de emoticons e exclamações. Quantas coisas mudam: tem gente que casa, descasa, vira mãe, muda de emprego, muda a cor do cabelo, vai para outro país, algumas voltam, outras não. O que não muda é a alegria de estar em contato com pessoas que um dia foram importantes nos nossos caminhos.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Na aula de Telejornalismo uma produtora de uma rede de televisão veio falar do cotidiano profissional

Em uma das aulas na Uni Sant’ Anna, contamos com a presença de uma produtora que trabalha na Rede Record de Televisão. Ela comentou sobre as dificuldades do dia a dia na edição. Segundo ela, os algozes do jornalismo são o calendário e o relógio.
Um dos processos necessários na edição de telejornalismo é a decupagem. Por falta de tempo ela decupa acelerando as imagens. Algumas vezes para usar três minutos de material pode ter que verificar doze fitas diferentes. Outras vezes o repórter diz que tem uma fala importante e ela tem que correr com a fita para descobrir em qual time code (TC) está essa declaração.
Sobre o processo de nota coberta, ela informou que como produtora faz busca de imagens de arquivo, escreve o texto, que deve ser aprovado pelo editor chefe. Esse mostra para o editor executivo e o texto é lido ao vivo pelo apresentador durante o telejornal. Há um sistema que mede a lauda e calcula o tempo. Esse tempo de leitura pode ser diferente de um repórter para outro. Se der um BLACK no ar é problema para o apresentador. Se der um buraco de três segundos ele deve ser preenchido.
A matéria é feita a quatro mãos. O processo de edição do repórter é acompanhado pelo editor que tem autonomia e deve ter argumentos sólidos se pretender dissuadir a opinião do chefe. Deve ver o material exaustivamente para ter certeza do que fala com o editor chefe. Passagem, matéria, link tudo é combinado antes. Para ter link ao vivo o assunto deve ser muito forte.
A ilha de edição é usada para uma matéria por vez. Segundo a produtora os OFFs de outros estados são todos aprovados por São Paulo. Para o trabalho fluir bem é bom que exista afinidade entre os editores de texto e imagem.
A produtora usou alguns exemplos em vídeo para explicar o processo de edição. Em um desses vídeos, o repórter saiu de bicicleta pelas ruas alagadas após as chuvas no Rio de Janeiro. Ele estava com duas câmeras, uma delas no capacete. Ele pediu que o motolink levasse para ele as câmeras que foram emprestadas por um cinegrafista amador. A reportagem foi editada no Rio de Janeiro após as 16 horas. Os VTs são gerados por satélite, a Rede Record possui um canal de satélite próprio enquanto a Rede Globo possui sete canais. A escalada é gravada uma hora antes, e é responsabilidade de um dos editores.
Ela conta que em seus dezoito anos de profissão já trabalhou com rádio, televisão, já fez curso no exterior. A televisão a linguagem deve ser clara, curta, objetiva e didática. Ela diz que sempre gostou de estar atrás das câmeras, gosta fazer acontecer e participar disso. É bom lembrar que você lida com pessoas. Um bom relacionamento facilita o dia a dia. Nós sempre devemos tentar parcerias com editores de imagem e técnicos, áudio e GC- gerador de caracteres.
Entre suas experiências, três anos e meio de trabalho com Paulo Henrique Amorim. Ela disse que ao ficar nervoso ele tirava o paletó e atribuiu a ele duas frases de coisas que ela aprendeu sobre a importância das imagens e como o tempo é curto para as notícias: “Se estamos falando de um cachorro temos que mostrá-lo”, e “Sonora acima de 16 segundos só se for do Papa”.
Sobre a cobertura do julgamento do casal Nardoni no Caso Isabela, a produtora falou da dificuldade de uma cobertura de uma semana, como falar todo dia sobre o mesmo assunto sem ser repetitivo? Como oferecer diferenciais para o jornal que entraria no ar? Ela assistia e fazia decupagem na própria câmera localizando o TC time code de determinadas cenas que ela considerava que mereciam destaque. Ela mandava para pelo motoqueiro o material pré-editado, escrevia texto na lauda do jornal.
Ainda sobre o caso Nardoni o programa matinal “Hoje em dia” teve um recorde na audiência no sábado, após o último dia de uma semana de julgamento e o veredicto da condenação do casal Nardoni. O programa levou psicólogo e terapeuta da família Nardoni. A Rede Globo tentou interceptar esses profissionais. O terapeuta apesar da dificuldade conseguiu convencer Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabela, a falar no ar. Quatro carros da Rede Globo ficaram aguardando na porta da Record.
Questionada sobre o melhor caminho para entrar na redação. A produtora da Record diz que temos que tentar de tudo, porque coisas acontecem o tempo todo. Insistir, ver se quero seguir adiante? Até que ponto? Tentar uma ou dez vezes.
Sobre a Rede Record ela afirma que o canal teve uma subida vertiginosa de ibope, estacionou durante um tempo e atualmente está em queda. Sobre os profissionais da rede ela diz que os que vieram da Rede Globo ganham mais. Alguns ganham merchandising como Brito Junior. Ana Paula Padrão saiu do SBT e entrou na Record com um salário menor que o anterior.
Na comparação da Rede Record com outros canais ela diz que planejamento é tudo. A Rege Globo planeja três anos antes a transferência de um correspondente internacional. A Globo não cobre um assunto o dia inteiro. Ela não vai tirar um programa como a Malhação do ar para por outra coisa. Na Record a cobertura do acidente na obra da linha amarela do Metrô em 2007 durou doze horas seguidas no ar. Ela diz que jornalista não recebe hora extra e negocia folgas. Mas quando acontece algo você quer participar, não quer ficar de fora da cobertura dos acidentes. No acidente que o avião da TAM caiu no prédio da TAM Express em Congonhas, também em 2007, ela virou a noite no estúdio.
Questiona sobre a relação entre repórteres e editores. A produtora exemplificou que o jornalista Dorneles tem um texto ótimo e mesmo assim ele pergunta o que os editores pensam sobre o texto. Porém ele não é muito bom para link ao vivo. Dornelles é repórter especial, tem uma vasta experiência que faz com que suas sugestões sejam sempre avaliadas. Para ela, a diferença é o conteúdo dos repórteres mais experientes e menos experientes. “Chefe só escolhe quem tem potencial de dar conta do recado”, finaliza a produtora.

Acorda irmão do filho pródigo: se apodere!

Com certeza você já ouviu a parábola do filho pródigo. Aquele que pegou a parte dele na herança do pai e caiu no mundo para curtir a vida. O filho pródigo gastou tudo e acabou mal, comendo comida dos porcos. Então lembrou que na casa do pai ele tinha tudo do bom e do melhor, decidiu voltar, na esperança de ser ao menos um servo de seu pai. Quando o filho pródigo chegou seu pai o recebeu com festa.
Enquanto isso, o outro filho estava na casa do pai o tempo todo, quando viu o irmão voltar, e ser bem recebido pelo pai, ele foi até o pai reclamar que sempre esteve ali ao lado dele, e nunca mataram um novilho para comemorar.
O pai lhe respondeu: “Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo que é meu é teu. Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado”.
Então não seja o irmão do filho pródigo, não espere, e se apodere já do que é seu!

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