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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Batalha solitária


Diariamente passamos por batalhas. Algumas são públicas, nessas a gente faz questão de comemorar com os amigos e a família, como é o caso da conquista de um diploma acadêmico, um novo emprego, etc.
Outras bratalhas são silenciosas, passamos por ela sozinhos, mesmo que você comente com seus amigos, com seus pais, com um terapeuta, com seu gato, com seu cachorro ou com quem quer que seja. No final a decisão é sua. A vida é sua.
Muitas dessas batalhas a gente não comenta com ninguém, enfrenta sozinho todas as dúvidas, as dores, as consequências. Talvez não completamente sozinho. Nós podemos dividir esse fardo com Deus, ele aguenta, ele nos ajuda a encontrar as respostas, desde que saibamos ouví-las, porém não é fácil aprender a ouvir essa voz interior de Deus dentro de nós.
Você pode encontrar ajuda nos livros, mas terá que criar seu próprio método, nem todas as teorias prontas trazem o resultado desejado.
O mundo nunca vai girar na velocidade da nossa ansiedade. Dependendo de como você estiver se sentindo o tempo vai voar, ou se arrastará vagarosamente.
Lutamos contra os mal hábitos. Sorrimos sozinhos a cada pequeno passo conquistado, um dia de cada vez, cada um com a sua dor. Continue caminhando, continue respirando. Lute pelos seus objetivos. E quando você menos esperar a vitória sorrirá para você!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Apresentação do meu TCC Plano de Comunicação para a Associação Cultural Poder Negro

Em 14/12/2011 eu e meu grupo apresentamos nosso TCC no Centro Universtário Sant' Anna. Fizemos um Plano de Comunicação para a ONG Associação Cultural Poder Negro, escolhida por nós por ser um projeto que beneficia uma comunidade periférica em Ermelino Matarazzo, zona leste da capital paulista.
A apresentação foi iniciada às 21:30, cada uma apresentou um produto: site , jornal impresso , jornais murais e redes sociais ( Youtube flickr, orkut, facebook e twitter) Redes sociais foi a parte que eu falei, fui a última a falar, a seguir passamos o vídeo que gravamos sábado
Depois ouvimos as considerações de dois professores, e nossa orientadora leu as considerações da terceira convidada que viajou a trabalho e não pode comparecer. Foi um alívio ouvir que o relatório que eu tanto li, mexi e reescrevi estava bem estruturado, bem embasado, contextualizado com pesquisas sobre comunicação, ONGs e a situação dos negros no Brasil. Um dos professores disse que devolveu para nós o trabalho impresso com mais considerações. Eu estava ouvindo e anotando as considerações deles.
O único questionamento da banca foi se nós continuaríamos o trabalho, que segundo eles estava ótimo e seria uma pena não continuar, ou deixar a ONG preparada para continuar o que começamos, nós respondemos que sim, que inclusive nesse domingo iremos lá na inauguração de um painel de vidro reciclado feito pelos alunos da ONG.
Os professores se retiraram para outra sala e voltaram alguns minutos depois para dizer a nota. Porém ao voltarem quebraram o protocolo e deram a palavra ao presidente da ONG, Sidnei Cândido Ferreira, mais conhecido como Khondi. Ele falou da estória de vida dele. Exemplificando que nutrimos preconceitos sem querer, ele disse que quando via “quatro meninas brancas” por lá tentando entender questões de etnia, e via as nossas rostos preocupadas, pensava que a gente não voltaria, aos poucos nós nos preparamos e hoje conversamos com ele de igual para igual. Ele disse que o sonho dele é que a palavra negro tivesse outros significados (* os siginifcados que encontramos no dicionário estarão no final desse texto), que a palavra fosse reconhecida pelao valor cultural, que fosse um título, e que ele daria esse título "Negra" para nós quatro. Foi emocionante, as palavras dele fizeram a gente chorar, não apenas nós do grupo, mas também nossos colegas e até nossos professores. As vezes a gente vê pessoas conversando durante a apresentação, mas quando ele estava falando todo mundo estava em silêncio, foi bonito de ver, de fazer parte disso! Só depois da fala dele os professores nos deram a nota tão suada e merecida nota 10! E aí recebemos aquela chuva de abraços, beijos e parabéns de nossos amigos, professores, colegas de curso, namorados e familiares! A nossa orientadora também disse que assim como o Khondi ela também via os nossos rostos preocupados e temia que a gente desistisse do trabalho. Mas no final deu tudo certo!
Dias depois o presidente – fundador da Ong mandou uma mensagem para nós: "Queria falar ou escrever, mas não consigo ver as palavras, queria descrever o que sinto, êxtase, prazer, sei lá... talvez um muito obrigado ou um abraço negro, um sorriso, um beijo...sinto felicidade, importância, desejo de continuar, hoje mais forte, já não me sinto mais sozinho no meu sonho por vezes achei ser loucura, obrigado por terem acreditado no sonho negro de muitos navios negreiros , senzalas e chibatadas, nossa memória, nosso sonho por liberdade, nossa luta contínua. As nossas mulheres negras".

* Significados da palavra negro nos dicionários de língua portuguesa
ne.gro adj (do lat. nigru)

1 Que recebe a luz e não a reflete; preto. 2 Escuro. 3 Sombrio. 4 Denegrido, requeimado do tempo, do sol. 5 Lutuoso; fúnebre. 6 Que causa sombra; que traz escuridão. 7 Tenebroso, caliginoso. 8 Tempestuoso. 9 Tétrico, horrível, lúgubre. 10 Que pertence à raça ou ramo negro. 11 Ameaçador, medonho. 12 Condenado, maldito. 13 Que anuncia infortúnios; funesto, nefasto. 14 Horrendo, pavoroso. 15 Pervertido. 16 Adverso, inimigo. 17 Execrável, nefando, odioso. sm 1 Indivíduo da raça negra. 2 Escravo.

Por conta desses signifcados Khondi criou o Projeto Aurélio que pretende remover dos dicionários esses termos pejorativos, para conhecer melhor esse e outros projeto da Associação Cultural Poder Negro acesse o site ou as redes sociais, o endereço está no início desse texto.Youtube)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Grey's Anatomy - algumas narrações da 2º temporada

2×04 – Deny, Deny, Deny
Às vezes, a realidade dá um jeitinho de vir de fininho e dar um beliscão na tua bunda. E quando a represa estoura, a única coisa que você pode fazer é sair nadando. O mundo do fingimento é uma jaula, não um casulo. Nós só conseguimos mentir pra nós mesmos por um tempo. A gente fica cansado, com medo e negar isso não muda a verdade. Cedo ou tarde, a gente tem que deixar a negação de lado e encarar o mundo. Ande com a cabeça erguida, com vontade.
2.05 – Bring the Pain
“Dor chega em todas as formas possíveis. Uma dorzinha aguda, um pouquinho de depressão, a dor aleatória com que convivemos todos os dias. Então tem o tipo de dor que você simplesmente não consegue ignorar, um nível tão grande de dor que bloqueia todo o resto, faz com o que o mundo inteiro desapareça até que a gente só consiga pensar que o tanto que machucamos e a maneira com que lidamos com a dor é totalmente pessoal. Nós anestesiamos, sobrevivemos a ela, ou a abraçamos, ou ignoramos. Para alguns de nós, a melhor maneira de lidar com ela é atravessando-a. [...]
A dor. Você só tem que sobreviver a ela, esperar que ela vá embora sozinha, esperar que a ferida que a causou, cure. Não há soluções, respostas fáceis. Você só respira fundo e espera que ela vá diminuindo. Na maior parte do tempo, a dor pode ser administrada, mas às vezes ela te pega quando você menos espera, te acerta abaixo da cintura e não te deixa levantar. Você tem que lutar através da dor, porque a verdade é que você não consegue escapar dela e a vida sempre te causa mais.”
2.08 – Let It Be
E até hoje, eu acredito que na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz… na maior parte do tempo. E às vezes, apesar de todas suas melhores escolhas e intenções… o destino vence de qualquer forma.”
2.13 – Begin the Begin
“Graças ao calendário, temos novos começos todos os anos – aguarde por janeiro, nossa recompensa por sobrevivermos às festas de fim de ano é um Ano Novo. Traga a grande tradição das resoluções de ano novo, deixe seu passado para trás e comece de novo. É difícil de resistir à oportunidade de um novo começo, uma chance de enterrar os problemas do ano passado.[...]
Quem determina quando o velho acaba e o novo começa? Não é o calendário, não é um aniversário, nem um ano novo – é um evento. Grande ou pequeno, mas algo que nos mude, que de preferência nos dê esperanças, uma nova maneira de viver e de olhar para o mundo, se desfazendo de velhos hábitos e memórias. O importante é nunca deixar de acreditar que possamos ter um novo começo, mas também é importante lembrar que entre toda a porcaria, há algumas poucas coisas que valem a pena guardar com a gente.”
2.18 – Yesterday
“Após cuidadosa consideração e muitas noites insones, aí vai o que eu decidi: não existe essa de “crescer”. Nós continuamos em frente, nós caímos fora, nos distanciamos de nossas famílias e formamos as nossas próprias. Mas as inseguranças básicas, os medos básicos e todos aqueles velhos machucados apenas crescem com a gente.
A gente cresce, fica alto, mais velho… Mas, na maioria dos casos, a gente ainda é um bando de crianças correndo no parquinho desesperados para entrar num grupo. [...]
Ouvi falar que é possível crescer – eu só nunca conheci ninguém que realmente tenha crescido. Sem pais para desafiar, a gente quebra as regras que estabelecemos pra gente mesmo. Temos nossos xiliques quando as coisas não saem como planejamos. A gente sussurra segredos com nossos amigos no escuro. A gente procura conforto onde consegue achar. E esperamos, indo contra toda nossa lógica e experiência, como se fôssemos crianças, que nós nunca desistiremos da esperança.
2.19 – What Have I Done To Deserve This?
[George] “OK, então, às vezes, até mesmo o melhor de nós toma decisões precipitadas. Más decisões. Decisões que bem sabemos que vamos nos arrepender no momento, num minuto e especialmente na manhã seguinte. Digo, talvez não se arrepender, arrepender porque, pelo menos (você sabe) a gente deu a cara à tapa. Mas… ainda assim… Alguma coisa dentro da gente decide fazer uma coisa louca. Uma coisa que a gente sabe que provavelmente vai se voltar contra nós e nos pegar desprevenidos. E a gente faz mesmo assim. O que eu tô falando é… nós colhemos o que plantamos. Aqui se faz, aqui se paga. É carma e, mesmo se você tentar amenizar… carma é um saco! [...]
De uma maneira ou de outra, nosso carma nos faz encararmos a nós mesmos. Nós podemos encarar nosso carma nos olhos ou a gente pode esperar que ele venha sorrateiramente e nos pegue de surpresa. De uma maneira ou de outra, nosso carma sempre vai nos achar. E a verdade é que, como cirurgiões, temos mais chance que a maioria para fazer a balança pesar em nosso favor. Não adianta tentar, que não escaparemos de nosso carma. Segue a gente até em casa. Eu acho que a gente não pode ficar reclamando do nosso carma. Não é que não seja justo. Nem é inesperado. Apenas… balanceia as coisas. E mesmo quando a gente tá pra fazer algo que sabemos que vai tentar o carma a nos pegar de surpresa… bem, nem preciso dizer… a gente faz mesmo assim.”
2.20 – Band Aid Covers the Bullet Hole
“Como médicos, os pacientes sempre estão nos falando como eles fariam os nossos trabalhos. Apenas dê um pontinho, cola um band-aid aí e me manda pra casa. É fácil sugerir uma solução rápida quando você não sabe muito do problema ou quando você não entende a causa ou o quão fundo o machucado é. O primeiro passo para uma cura real é saber exatamente que doença é pra começar. Mas isso não é o que as pessoas querem ouvir. A gente tem que esquecer o passado que nos trouxe até aqui, ignorar as futuras complicações que possam aparecer e fazer apenas o conserto rápido. [...]
Como doutores, como amigos, como seres humanos, todos tentamos fazer o melhor possível. Mas o mundo é cheio de reviravoltas inesperadas. E bem quando você acha que sabe onde está pisando, o chão sob você muda. Se você for sortudo, você vai terminar com nada mais do que um machucadinho superficial, algo que um band-aid dá conta. Mas algumas feridas são mais profundas do que aparentam e precisam mais do que um conserto rápido. Com algumas feridas, você tem que arrancar o band-aid, deixá-las respirar e dar tempo para que elas curem.”
2.24 – Damage Case
“Todos nós vivemos a vida como touros soltos em uma loja de porcelana… Uma lasca aqui, uma rachadura ali. Causando dano a nós mesmos, aos outros. O problema é tentar descobrir como controlar o dano que causamos ou aquele que foi causado a nós. Às vezes, ele nos pega de surpresa. Às vezes, pensamos poder consertá-lo. E as vezes, o dano é algo que sequer conseguimos ver. [...]
Estamos todos danificados, ao que parece. Alguns de nós, mais que outros. Carregamos o dano desde a infância e então, já adultos, causamos tanto quanto recebemos. Definitivamente, tudo que fazemos é causar dano. Aí então, começamos o negócio de consertar tudo o que pudermos…”

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

E se...

E se eu pensar mais nas coisas que me fazem ficar do que nas que me fazem fugir?
E mesmo que eu não concorde com vários pontos de vista seus, e ainda assim gosto da sua companhia?
Quando você me conta seus problemas eu quero ajudar a resolver, quero que você enxergue a solução!
E se você se coloca num lugar ruim, eu tento te fazer ver que é você, apenas você que está se mantendo nesse lugar.
E eu vejo que você sente medo, assim como eu sinto.
Porque eu caminho em busca de crescimento, e querer ajudar quem não quer ser ajudado não cabe no meu presente.
E eu espero que você caminhe, e me encontre na metade do caminho, porque lá é o meu limite.
E se você não vier, eu vou continuar a caminhar como sempre caminhei com fênix no meu DNA!
Porque caminhar só dói menos, muito menos do que ver que alguém não quer nem tentar fazer acontecer.
Que entrega os pontos sem lutar.
Que prefere se agarrar ao medo do que tentar ser feliz.
Eu não tenho mais tempo a perder
Eu não acredito no felizes para sempre, porque o feliz nesse exato momento é o que importa!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Como as pessoas superam os foras nos seriados: The Big Bang Theory, Friends e Grey’s Anatomy


No seriado The Big Bang Theory quando Howard Wolowitz levou um fora da Leslie Winkle, ele foi levado a Las Vegas por Leonard e Raj. A idéia foi dada pelo Sheldon ao dizer: “Sabe, eu ouvi falar que existe uma cidade em Nevada criada especificamente para ajudar pessoas como Howard a esquecerem seus problemas. Eles podem substituir seus problemas por novos, como alcoolismo, vício em jogos e doenças sexualmente transmissíveis”. Raj diz que esse é o jeito do Sheldon dizer ”Vegas, baby!”. Em Vegas os amigos contratam uma prostituta, e pedem para ela fazer o estilo namorada judia. Howard pergunta aos amigos se ela é prostituta, eles confirmam, Howard agradece e vai curtir a companhia dela. É engraçado que por ser um seriado nerd eles também comentam das mudanças de status no Facebook de Howard e Leslie.
No seriado Friends, na 4º temporada Chandler namora Kathy, que namorava o amigo dele Joey. Depois dos amigos superarem esse conflito, vem o próximo: Kathy é atriz, e está atuando em cenas quentes com um ator. Joey, que também é ator diz ao Chandler o seguinte conselho: “Enquanto houver química no palco, nada está acontecendo fora dele”. Ok até que outro dia Chandler vê a peça de novo, e percebe que esta não está tão boa quanto era antes. Kathy e Chandler terminam o namoro. Chandler fica deprê e não quer nem tirar a calça de moletom, essa é a fase 1, a fase 2 é sair para ver strip tease, já que os meninos não podiam ir com ele, as meninas Mônica e Phoebe o acompanharam.
No seriado Grey’s Anatomy, lá pelo 10º episódio da 2º temporada, depois do Derek Shepard dizer a Meredith Gray que quer voltar para a esposa Addison, Meredith além de conversar com a amiga Cristina Yang, começa a sair para o bar, tomar tequila e ter amores de uma noite só. Até que um deles com crise de priapismo vai atrás dela no hospital na manhã seguinte, sendo atendido pelo Derek, e na frente dele pergunta à Meredith: "que horas nós fizemos?" imaginem o constrangimento! A parte boa é perceber o cíúme do Derek como pista de que ainda há sentimento dele pela Meredith.
Olhando como os personagens dos seriados reagem ao fora. Concluo que não há uma fórmula pronta para sair dessa. Porém o que todos têm em comum? Qual é a melhor forma de se reerguer depois de um pé na bunda? Eu respondo: é ter amigos! Afinal são eles que vão te agüentar choroso, sem querer tirar a calça de moletom. São eles que levarão para sair, beber e conhecer outras pessoas!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Como vou viver minha segunda vida


Abro os olhos, sinto o ar nos meus pulmões, um sorriso no meu rosto. Olho nos olhos dos meus pais e da minha irmã e passo a enxergar coisas que nunca havia enxergado antes.
Aprecio os momentos de silêncio que estamos próximos.
Sentirei alegria mesmo longe. Usarei mais palavras de elogio do que de crítica.
Vou apreciar mais atentamente os sons, as cores, os sabores, as texturas. Não deixarei para depois o que puder fazer agora.
Vou sorrir, vou me desarmar. Vou confiar mais em mim mesma e nas pessoas. Vou parar de pensar tanto e vou viver mais, cantar mais, apreciar a natureza.
Lembrar todos os dias de tudo de bom que fiz na minha vida e na vida das outras pessoas que passaram por mim seja por anos ou minutos.
Comemorar cada amanhecer como uma chance de recomeçar, como mais um milagre, mais um presente que deve ser vivido com amor, atenção, doação, paciência e compreensão.
Dizer hoje o que não está bom, procurar consertar e harmonizar o quanto antes.
Não guardar coisas pensando no amanhã. Viverei o milagre do hoje!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O pulso ainda pulsa

Na infância era a bronquite, aquela sensação de falta de ar, peito chiando, inalações, corridas para o hospital até de madrugada. Ela me acompanhou até o início da adolescência. Aí veio o aparelho nos dentes.
Aí na fase adulta a gente trabalha, tem acesso a plano de saúde e começa a descobrir coisas: cisto pilonidal, refluxo gastroesofágico, gastrite, esofagite e um adenoma na hipófise que causa aumento do hormônio prolactina.
Um belo dia você dá um mal jeito nas costas e vem lombalgia, trazendo 10 sessões de fisioterapia. Outra época em pleno frio de tanto usar sapato fechado você descobre uma frieira, usa uma pomada por alguns dias e resolve o problema. E tem aquela amiga que te encontra algumas vezes durante o ano, a GECA gastroenterite aguda. Isso sem falar daquele mundo dos exames ginecológicos, bom quem é mulher sabe, então vamos deixar isso para lá...
A gente repara no que não funciona direito, e se esquece de agradecer o perfeito funcionamento do corpo como um todo, que mesmo com uma parte sensibilizada continua todos os outros processos: respiração, batimentos do coração, etc...
Então eu vou fazer a lista do eu nunca positivos: nunca precisei de óculos, nunca usei gesso, nunca levei pontos \o/
Quando a gente senta em frente ao médico, ele analisa nossos exames em silêncio, depois nos prescreve remédios cujos nomes são palavras que nunca ouvimos na vida. Primeiro vem um susto: “nossa quanta coisa!” Mas, depois vem um alívio, seja lá o que for, foi descoberto e será tratado.
Quantas pessoas hoje em dia descobrem doenças quando elas estão avançadas demais, algumas vezes até sem chance de tratamento. Portanto vamos usar a medicina e os diagnósticos a nosso favor, descobrindo nossos pontos fracos, o que devemos tomar cuidado, como evitar surpresas no futuro. Tudo pode ser resolvido enquanto o pulso ainda pulsa!

Which Grey's Anatomy Character Are You?