Há 14 anos
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Rua vira gramado mas continua com placas para pedestres
No bairro de Santana na zona norte de São Paulo uma rua virou gramado, mas as placas para orientar a travessia dos pedestres não foram retiradas. Para ver o texto e as fotos na íntegra clique aqui
Obras para melhorar o trânsito no Jaçanã
Dias atrás saiu um post meu no Blog Mural sobre obras para melhorar o trânsito na região do Jaçanã. Para ler clique aqui
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Falhas do Metrô
Falhas no Metrô são cada vez mais constantes no dia a dia dos paulistanos no transporte público. No início deste mês eu presenciei uma. Para ler meu relato publicado no Blog Mural clique aqui
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sábado, 5 de maio de 2012
Aja como você deseja agir e não como os outros acham que deve ser
Um dia você se sente pressionado por um problema. Então você procura pessoas para desabafar, para que elas te ajudem a encontrar uma solução, e a cada pessoa que você escuta algo fica mais claro: a resolução de um problema seu e é responsabilidade sua.
Cuidado ao se abrir, ao dar a voz ao outro. As pessoas podem palpitar, opinar, e cada um vai fazer isso de acordo com a própria experiência. Aprenda a ouvir, respeite opiniões divergentes, mas dê sempre a última palavra que pulsar no seu coração, mesmo que ela pareça insana aos outros, porém coerente com seus sentimentos. Seja sempre honesto consigo mesmo. Tenha peito para encarar e assumir suas escolhas. Visualize todas as oportunidades que você perderia se você assumisse uma rigidez que não é sua.
Agradeça e potencialize sua capacidade de encontrar a paz e as melhores respostas sempre dentro de si.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Mulheres simples e a fé no futuro
Anos atrás fiquei dois meses desempregada, porém era qualificada, tinha experiência e um diploma de curso superior nas mãos. Estava frequentando uma segunda faculdade, mas com a preocupação das contas a pagar que não paravam de chegar, eu estava prestes a fazer uma entrevista para trabalhar com telemarketing.
Enquanto aguardava conversei com uma moça bem simples, também desempregada, ela não tinha curso superior, e era ex- funcionária de uma metalúrgica.
De repente apareceu uma pessoa da empresa e falou sobre o salário. Então ela perguntou quem queria desistir do processo.
A moça simples levantou, pegou suas coisas e foi embora, acreditando que poderia conseguir coisa melhor. Ao vê-la sair, eu olhei para mim e percebi que estava me menosprezando tentando aquela vaga, levantei e segui a moça. Se ela tão simples poderia conseguir algo melhor eu também poderia!
Dias atrás comecei um curso novo. Uma das participantes é uma mulher bem simples, vinda do Maranhão, deixou para trás a pobreza da família aos 15 anos, e desde então trabalha como doméstica em casa de família. Uma pessoa como ela, mesmo tantos anos depois, ainda tem esperança de mudar o seu futuro profissional, porque eu não teria? A fé em dias melhores dessa mulher também me tocou.
Essas duas mulheres me fizeram pensar na importância da fé no amanhã. Dias melhores virão!
Enquanto aguardava conversei com uma moça bem simples, também desempregada, ela não tinha curso superior, e era ex- funcionária de uma metalúrgica.
De repente apareceu uma pessoa da empresa e falou sobre o salário. Então ela perguntou quem queria desistir do processo.
A moça simples levantou, pegou suas coisas e foi embora, acreditando que poderia conseguir coisa melhor. Ao vê-la sair, eu olhei para mim e percebi que estava me menosprezando tentando aquela vaga, levantei e segui a moça. Se ela tão simples poderia conseguir algo melhor eu também poderia!
Dias atrás comecei um curso novo. Uma das participantes é uma mulher bem simples, vinda do Maranhão, deixou para trás a pobreza da família aos 15 anos, e desde então trabalha como doméstica em casa de família. Uma pessoa como ela, mesmo tantos anos depois, ainda tem esperança de mudar o seu futuro profissional, porque eu não teria? A fé em dias melhores dessa mulher também me tocou.
Essas duas mulheres me fizeram pensar na importância da fé no amanhã. Dias melhores virão!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Batalha solitária

Diariamente passamos por batalhas. Algumas são públicas, nessas a gente faz questão de comemorar com os amigos e a família, como é o caso da conquista de um diploma acadêmico, um novo emprego, etc.
Outras bratalhas são silenciosas, passamos por ela sozinhos, mesmo que você comente com seus amigos, com seus pais, com um terapeuta, com seu gato, com seu cachorro ou com quem quer que seja. No final a decisão é sua. A vida é sua.
Muitas dessas batalhas a gente não comenta com ninguém, enfrenta sozinho todas as dúvidas, as dores, as consequências. Talvez não completamente sozinho. Nós podemos dividir esse fardo com Deus, ele aguenta, ele nos ajuda a encontrar as respostas, desde que saibamos ouví-las, porém não é fácil aprender a ouvir essa voz interior de Deus dentro de nós.
Você pode encontrar ajuda nos livros, mas terá que criar seu próprio método, nem todas as teorias prontas trazem o resultado desejado.
O mundo nunca vai girar na velocidade da nossa ansiedade. Dependendo de como você estiver se sentindo o tempo vai voar, ou se arrastará vagarosamente.
Lutamos contra os mal hábitos. Sorrimos sozinhos a cada pequeno passo conquistado, um dia de cada vez, cada um com a sua dor. Continue caminhando, continue respirando. Lute pelos seus objetivos. E quando você menos esperar a vitória sorrirá para você!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Apresentação do meu TCC Plano de Comunicação para a Associação Cultural Poder Negro
Em 14/12/2011 eu e meu grupo apresentamos nosso TCC no Centro Universtário Sant' Anna. Fizemos um Plano de Comunicação para a ONG Associação Cultural Poder Negro, escolhida por nós por ser um projeto que beneficia uma comunidade periférica em Ermelino Matarazzo, zona leste da capital paulista.
A apresentação foi iniciada às 21:30, cada uma apresentou um produto: site , jornal impresso , jornais murais e redes sociais ( Youtube flickr, orkut, facebook e twitter) Redes sociais foi a parte que eu falei, fui a última a falar, a seguir passamos o vídeo que gravamos sábado
Depois ouvimos as considerações de dois professores, e nossa orientadora leu as considerações da terceira convidada que viajou a trabalho e não pode comparecer. Foi um alívio ouvir que o relatório que eu tanto li, mexi e reescrevi estava bem estruturado, bem embasado, contextualizado com pesquisas sobre comunicação, ONGs e a situação dos negros no Brasil. Um dos professores disse que devolveu para nós o trabalho impresso com mais considerações. Eu estava ouvindo e anotando as considerações deles.
O único questionamento da banca foi se nós continuaríamos o trabalho, que segundo eles estava ótimo e seria uma pena não continuar, ou deixar a ONG preparada para continuar o que começamos, nós respondemos que sim, que inclusive nesse domingo iremos lá na inauguração de um painel de vidro reciclado feito pelos alunos da ONG.
Os professores se retiraram para outra sala e voltaram alguns minutos depois para dizer a nota. Porém ao voltarem quebraram o protocolo e deram a palavra ao presidente da ONG, Sidnei Cândido Ferreira, mais conhecido como Khondi. Ele falou da estória de vida dele. Exemplificando que nutrimos preconceitos sem querer, ele disse que quando via “quatro meninas brancas” por lá tentando entender questões de etnia, e via as nossas rostos preocupadas, pensava que a gente não voltaria, aos poucos nós nos preparamos e hoje conversamos com ele de igual para igual. Ele disse que o sonho dele é que a palavra negro tivesse outros significados (* os siginifcados que encontramos no dicionário estarão no final desse texto), que a palavra fosse reconhecida pelao valor cultural, que fosse um título, e que ele daria esse título "Negra" para nós quatro. Foi emocionante, as palavras dele fizeram a gente chorar, não apenas nós do grupo, mas também nossos colegas e até nossos professores. As vezes a gente vê pessoas conversando durante a apresentação, mas quando ele estava falando todo mundo estava em silêncio, foi bonito de ver, de fazer parte disso! Só depois da fala dele os professores nos deram a nota tão suada e merecida nota 10! E aí recebemos aquela chuva de abraços, beijos e parabéns de nossos amigos, professores, colegas de curso, namorados e familiares! A nossa orientadora também disse que assim como o Khondi ela também via os nossos rostos preocupados e temia que a gente desistisse do trabalho. Mas no final deu tudo certo!
Dias depois o presidente – fundador da Ong mandou uma mensagem para nós: "Queria falar ou escrever, mas não consigo ver as palavras, queria descrever o que sinto, êxtase, prazer, sei lá... talvez um muito obrigado ou um abraço negro, um sorriso, um beijo...sinto felicidade, importância, desejo de continuar, hoje mais forte, já não me sinto mais sozinho no meu sonho por vezes achei ser loucura, obrigado por terem acreditado no sonho negro de muitos navios negreiros , senzalas e chibatadas, nossa memória, nosso sonho por liberdade, nossa luta contínua. As nossas mulheres negras".
* Significados da palavra negro nos dicionários de língua portuguesa
ne.gro adj (do lat. nigru)
1 Que recebe a luz e não a reflete; preto. 2 Escuro. 3 Sombrio. 4 Denegrido, requeimado do tempo, do sol. 5 Lutuoso; fúnebre. 6 Que causa sombra; que traz escuridão. 7 Tenebroso, caliginoso. 8 Tempestuoso. 9 Tétrico, horrível, lúgubre. 10 Que pertence à raça ou ramo negro. 11 Ameaçador, medonho. 12 Condenado, maldito. 13 Que anuncia infortúnios; funesto, nefasto. 14 Horrendo, pavoroso. 15 Pervertido. 16 Adverso, inimigo. 17 Execrável, nefando, odioso. sm 1 Indivíduo da raça negra. 2 Escravo.
Por conta desses signifcados Khondi criou o Projeto Aurélio que pretende remover dos dicionários esses termos pejorativos, para conhecer melhor esse e outros projeto da Associação Cultural Poder Negro acesse o site ou as redes sociais, o endereço está no início desse texto.Youtube)
A apresentação foi iniciada às 21:30, cada uma apresentou um produto: site , jornal impresso , jornais murais e redes sociais ( Youtube flickr, orkut, facebook e twitter) Redes sociais foi a parte que eu falei, fui a última a falar, a seguir passamos o vídeo que gravamos sábado
Depois ouvimos as considerações de dois professores, e nossa orientadora leu as considerações da terceira convidada que viajou a trabalho e não pode comparecer. Foi um alívio ouvir que o relatório que eu tanto li, mexi e reescrevi estava bem estruturado, bem embasado, contextualizado com pesquisas sobre comunicação, ONGs e a situação dos negros no Brasil. Um dos professores disse que devolveu para nós o trabalho impresso com mais considerações. Eu estava ouvindo e anotando as considerações deles.
O único questionamento da banca foi se nós continuaríamos o trabalho, que segundo eles estava ótimo e seria uma pena não continuar, ou deixar a ONG preparada para continuar o que começamos, nós respondemos que sim, que inclusive nesse domingo iremos lá na inauguração de um painel de vidro reciclado feito pelos alunos da ONG.
Os professores se retiraram para outra sala e voltaram alguns minutos depois para dizer a nota. Porém ao voltarem quebraram o protocolo e deram a palavra ao presidente da ONG, Sidnei Cândido Ferreira, mais conhecido como Khondi. Ele falou da estória de vida dele. Exemplificando que nutrimos preconceitos sem querer, ele disse que quando via “quatro meninas brancas” por lá tentando entender questões de etnia, e via as nossas rostos preocupadas, pensava que a gente não voltaria, aos poucos nós nos preparamos e hoje conversamos com ele de igual para igual. Ele disse que o sonho dele é que a palavra negro tivesse outros significados (* os siginifcados que encontramos no dicionário estarão no final desse texto), que a palavra fosse reconhecida pelao valor cultural, que fosse um título, e que ele daria esse título "Negra" para nós quatro. Foi emocionante, as palavras dele fizeram a gente chorar, não apenas nós do grupo, mas também nossos colegas e até nossos professores. As vezes a gente vê pessoas conversando durante a apresentação, mas quando ele estava falando todo mundo estava em silêncio, foi bonito de ver, de fazer parte disso! Só depois da fala dele os professores nos deram a nota tão suada e merecida nota 10! E aí recebemos aquela chuva de abraços, beijos e parabéns de nossos amigos, professores, colegas de curso, namorados e familiares! A nossa orientadora também disse que assim como o Khondi ela também via os nossos rostos preocupados e temia que a gente desistisse do trabalho. Mas no final deu tudo certo!
Dias depois o presidente – fundador da Ong mandou uma mensagem para nós: "Queria falar ou escrever, mas não consigo ver as palavras, queria descrever o que sinto, êxtase, prazer, sei lá... talvez um muito obrigado ou um abraço negro, um sorriso, um beijo...sinto felicidade, importância, desejo de continuar, hoje mais forte, já não me sinto mais sozinho no meu sonho por vezes achei ser loucura, obrigado por terem acreditado no sonho negro de muitos navios negreiros , senzalas e chibatadas, nossa memória, nosso sonho por liberdade, nossa luta contínua. As nossas mulheres negras".
* Significados da palavra negro nos dicionários de língua portuguesa
ne.gro adj (do lat. nigru)
1 Que recebe a luz e não a reflete; preto. 2 Escuro. 3 Sombrio. 4 Denegrido, requeimado do tempo, do sol. 5 Lutuoso; fúnebre. 6 Que causa sombra; que traz escuridão. 7 Tenebroso, caliginoso. 8 Tempestuoso. 9 Tétrico, horrível, lúgubre. 10 Que pertence à raça ou ramo negro. 11 Ameaçador, medonho. 12 Condenado, maldito. 13 Que anuncia infortúnios; funesto, nefasto. 14 Horrendo, pavoroso. 15 Pervertido. 16 Adverso, inimigo. 17 Execrável, nefando, odioso. sm 1 Indivíduo da raça negra. 2 Escravo.
Por conta desses signifcados Khondi criou o Projeto Aurélio que pretende remover dos dicionários esses termos pejorativos, para conhecer melhor esse e outros projeto da Associação Cultural Poder Negro acesse o site ou as redes sociais, o endereço está no início desse texto.Youtube)
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